Cortem-na. "Eram muitos soldados, aproximaram-se da
casa atirando nas galinhas e os patos. Matavam tudo o que viam. Sentimos um
medo atroz. Na casa, estávamos minha mãe, minha filha de 16 anos, meu filho de
seis e eu, que estava grávida. Apontaram suas armas para nós e pediram que
saíssemos e fôssemos até o açude. (...) Havia muita gente no açude.
Empurraram-nos para dentro dele a coronhadas. Juntávamos as mãos e implorávamos
para que não nos matassem, mas eles começaram a disparar. Senti como se as
balas me mordessem nas costas e na perna, vi como elas arrancaram metade do
rosto de minha filha, e então desmaiei. O frio me devolveu a consciência. Meu
filho pequeno jazia a meu lado. Não conseguia andar. Arrastei-me para chegar à
minha casa e beber água porque estava com uma sede terrível. No caminho
encontrei os corpos nus de muitas jovens. Eles as haviam violado e
assassinado". Claudius e eu estamos muito entusiasmados pra essa noite.

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