Um abismo do Chaos. A percepção da sombra nos sonhos...
Em Los Angeles as
pessoas estão morrendo...por razão e existência de um livro. E uma sociedade
canibal. Eu sou a ancestralidade ao pensamento. Um verme... A sombra não
constitui o todo da personalidade inconsciente. Ela representa qualidades e atributos
desconhecidos ou pouco conhecidos do Verme antes a nossa origem evolutiva na
terra. Eu procurei sair da posposta de eternidade de uma vida e possíveis reencarnações.
Em busca da uma linearidade preenchida com novos e diferentes personagens que
foram se acumulando. Pense em alguém fora disso e esse sou eu! Eu pensarei para
sempre na vampira...e escolhi este lugar para morrer em paz. Eu estive
consumindo erotismo e terror. Aspectos que, na sua maioria, pertencem à esfera
pessoal e que poderiam, do mesmo modo, ser conscientes. Em alguns aspectos, a
sombra também é constituída de fatores coletivos que se originam de uma fonte exterior
à vida pessoal do indivíduo. E eu não posso estar aqui! Procurando... quando
uma pessoa faz uma tentativa de ver a sua sombra, ela torna-se consciente (e,
com frequência, envergonhada) daquelas qualidades e impulsos que nega em si
mesma, embora veja claramente nos outros — coisas como egotismo, preguiça
mental e desmazelo; fantasias, intrigas e tramas irreais; desatenção e
covardia; imoderado amor ao dinheiro e às posses — em suma, todos os pecadilhos
a respeito dos quais já tenha dito a si mesma: "Não importa, ninguém vai
notar e, de qualquer modo, todo mundo faz.". Chaos apresenta: Se sentimos
uma raiva avassaladora crescendo dentro de nós quando um amigo nos repreende
por um erro, podemos estar razoavelmente certos de que ali encontraremos uma
parte da nossa sombra da qual não estamos conscientes. “…E assim aconteceu que
a Condessa, que uma vez se banhou no sangue rejuvenescedor de cem virgens, foi
enterrada viva... E seu castelo, no qual tantos atos cruéis aconteceram caiu
rapidamente em ruínas. Erguendo-se sobre as masmorras enterradas naquele deserto
abandonado por Deus, uma torre solitária, como um monumento ao Mal, é tudo o
que resta. Acreditava-se que a fortuna da Condessa estava dividida entre o clero,
embora alguns digam que mais permanece por ser encontrado, ainda enterrado ao
lado dos crânios apodrecidos que dão testemunho mudo da desumanidade da
criatura humana. ”

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