Dentro a minha alma torturada por recortes do tempo com mísseis
escravos do desejo perdido em busca de alvos. Acreditavam num Universo em
perfeito equilíbrio. Em todas as galáxias em todo espaço vácuo de todo o universo.
Eu tenho procurado um planeta mais abençoado que este. Estavam convencidos, que os planetas, eram
esferas perfeitas, que viajavam em sublimes órbitas circulares. Não encontrei
nada melhor que a descrição chamada de paraíso. Mas a observação provou o
contrário. Em busca de chuva para alimentar o espetáculo da abundância espírito
de fertilidade. O tentar explicar a discrepância através da Matemática. Fez
ajustamentos às órbitas dos planetas, redesenhando as suas rotas como círculos
dentro de círculos, todas de modo harmonioso, dentro de uma esfera de estrelas.
O Sol harmonioso em sua trajetória simbolizando a esperança. A busca da espécie
humana favorecido por tudo aquilo que chamam de vida. O incontrolável senso de
insanidade associado a cegueira...destruído uma joia a flutuar no encravar do espaço
gema em quilates. Tao pequena esfera que podemos chamar de terra. Em algum
lugar deste lugar a loucura espera a sua vez... “Eu posso ver o que você não
vê. Visão leitosa, então olhos apodrecem. Quando você se virar, eles terão ido embora,
sussurrando sua canção oculta. Então você vê o que não pode ser, Sombras se
movem onde a luz deveria estar. Da escuridão, da mente, Lançados para os Salões
dos Cegos. ” Qual a distância entre o
fato e o destino que não pode ser compreendido? No centro do Universo: a Terra.

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